BAVI: Bahia comemora o 51º título de campeão
BAVI: Bahia comemora o 51º título de campeão
O Bahia é campeão baiano pela 51ª vez na sua história! Ontem à tarde, no Estádio Manoel Barradas, num clássico disputado, pegado, tenso, com oito cartões amarelos e um vermelho, para Cauly, aos 48min do 2º tempo, e muita confusão dentro das quatro linhas. O Vitória largou na frente com o gol marcado por Claudinho, aos 38min do 2º tempo, e Kayky nos acréscimos, aos 62min do 2º tempo, empatou o Ba-Vi no Barradão em 1 a 1 e comemorou o título estadual, com a vantagem no jogo de ida das fin ais, 2 a 0, na Arena Fonte Nova.
O grito de “é campeão” entoado pela torcida Tricolor, fora do Barradão, na final de torcida única no estádio, ecoou em todos os cantos, bairros, ruas, avenidas, bares e botecos de Salvador na final do Campeonato Baiano de 2025. Mas valeu a experiência e maturidade do time Tricolor, com méritos para o questionado goleiro Marcos Felipe, com duas grandes defesas no clássico, também motivou duras críticas por parte de Tricolores, que “sofreram, e muito”, nesta final com uma atuação limitada do time sob o comando do técnico Rogério Ceni, que depois de 100 jogos no comando do Tricolor, conquistou o seu primeiro título.
Com 12 minutos de jogo o Bahia teve a grande chance de “matar” a decisão, quando Ademir dividiu com o goleiro Lucas Arcanjo, a bola sobrou para Willian José, que, sem goleiro, chutou pra fora. Depois, foi um sufoco só, um Bahia irreconhecível na final. O Vitória teve todo o tempo de posse de bola, esbarrando nas defesas o goleiro Marcos Felipe. O técnico Thiago Carpini fez cinco alterações, Rogério Ceni, quatro, num jogo sofrido, que foi até aos 63min do 2º tempo que o torcedor do Bahia só conseguiu soltar o grito de “é campeão” quando o árbitro goiano Wilton Pereira Sampaio apitou o final do Ba-Vi.
Ficha – O árbitro Wilton Pereira Sampaio/GO apitou o clássico final do Baiano, com público de 30 mil 793 pagantes, e renda de R$ 817.938,00; Vitória: Lucas Arcanjo; Raúl Cáceres (Claudinho), Neris, Lucas Halter e Jamerson (Hugo); Baralhas, Ricardo Ryller (Gustavo Mosquito) e Ronald (Carlinhos); Wellington Rato (Fabri), Matheuzinho e Janderson. Técnico: Thiago Carpini; Bahia: Marcos Felipe; Gabriel Xavier, Kanu, Ramos Mingo e Luciano Juba; Caio Alexandre (Acevedo), Jean Lucas e Everton Ribeiro (Erick); Ademir, Pulga (Kayky) e Willia n José (Cauly). Técnico: Rogério Ceni.
Fonte tribuna da Bahia