Português (Brasil)

‘Eles precisam de nós muito mais do que precisamos deles’, diz Trump sobre Brasil

‘Eles precisam de nós muito mais do que precisamos deles’, diz Trump sobre Brasil

‘Eles precisam de nós muito mais do que precisamos deles’, diz Trump sobre Brasil

Compartilhe este conteúdo:

Durante seus primeiros minutos sentado à mesa do Salão Oval da Casa Branca para um segundo mandato, Donald Trump afirmou que Brasil e América Latina precisam “mais dos EUA do que os EUA precisam deles” e questionou o envolvimento do Brasil em conversas de negociações entre Rússia e Ucrânia.

Quando questionado sobre sua perspectiva em relação às relações com a América Latina e, especificamente, com o Brasil, Trump respondeu: “Devem ser ótimas. Eles precisam de nós. Muito mais do que nós precisamos deles. Não precisamos deles. Eles precisam de nós. Todo mundo precisa de nós”, disse o republicano, sem responder a pergunta da jornalista sobre se pretendia se encontrar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Mais cedo nesta segunda-feira, Lula expressou seu desejo de que Trump contribua para “um mundo mais justo e pacífico” e de que os Estados Unidos continuem sendo um “parceiro histórico” do Brasil.

Ao ser interrogado sobre uma proposta apresentada por China e Brasil, no ano passado, para promover conversas de paz no leste europeu, Trump afirmou: “Isso é bom, é bom. Eu estou pronto”, em resposta à jornalista brasileira Raquel Krahenbuhl, correspondente da TV Globo.

Segundos depois, ele questionou “Como o Brasil se envolve nisso? Isso é uma novidade”, declarou o presidente, questionando se a repórter era brasileira. Ao receber a resposta positiva, disse: “Ah, é por isso que está envolvida, eu acho.”

O plano em questão é um documento divulgado no dia 23 de maio, com nome “Entendimentos Comuns entre o Brasil e a China sobre uma Resolução Política para a Crise na Ucrânia”. A proposta foi apresentada após uma visita do assessor para Assuntos Internacionais de Lula, Celso Amorim, a Pequim. Amorim assinou o documento, junto de Wang Yi, chanceler chinês.

Fonte Tribuna da Bahia 

Compartilhe este conteúdo: